Em 2010 o serviço de fisioterapia da Secretaria de Saúde do município de Tapejara atendeu 6.607 pacientes, um serviço que têm devolvido para muitas pessoas a satisfação em voltar aos trabalhos e aos afazeres domésticos.
Foi depois de uma cirurgia de hérnia de disco que a diarista, Rita Della Santa, 48 anos, teve que se afastar do trabalho, devido à perda da maior parte do movimento da perna esquerda. A situação ficou pior quando ela percebeu que com isso perdera também a liberdade de realizar diversas ações comuns e indispensáveis. Foi somente depois do início das sessões de fisioterapia, que Rita descobriu que as dores ocasionadas pelo seu problema podem diminuir e que alguns movimentos podem ser recuperados.
Rita é uma das 360 pessoas que recebem por mês sessões de fisioterapia através da Prefeitura Municipal de Tapejara, somente no Posto de Saúde do Bairro São Paulo. Hoje ela disse estar mais confiante e feliz porque a fisioterapia tem diminuído sua dor. “A minha vida está muito difícil. Antes eu era acostumada a trabalhar e agora me ver numa situação dessas é horrível. Eu não consigo me vestir, me agachar e nem tomar banho. Sou dependente de outra pessoa, mas toda a vez que eu venho aqui, durante alguns dias a dor simplesmente vai embora. É muito bom. O problema é que depois a dor retorna”, destacou.
A fisioterapeuta Lilian Hanel explicou que no caso da dona Rita, a fisioterapia tem por objetivo diminuir a dor e o retorno dos movimentos. “O que a gente quer é tentar devolver um pouco mais a independência que ela tinha”, ressaltou.
Para a coordenadora do setor de fisioterapia do município, Helena Coronetti, o mais importante em oferecer um serviço à população, é saber que ela está satisfeita e que se está melhorando a sua qualidade de vida. “As pessoas relatam que o atendimento é muito bom. Cada sessão leva de 45 minutos à uma hora. Não queremos quantidade, mas sim, qualidade no atendimento”, ressaltou.
Lilian explicou que a fisioterapia consegue diminuir a dor do paciente, ou melhorar a flexibilidade, a força muscular e ou a condição de trabalho, dependendo de cada caso. Segundo ela há muitas pessoas que buscam a fisioterapia porque trabalham em empresas, cujo movimento repetitivo afeta a saúde, e com a fisioterapia é possível obter qualidade de vida. “Esse na verdade é só um exemplo. Há tantos problemas que chegam até nós que só o que queremos é diminuir sua dor. Há aqueles pacientes que chegam no pós-operatório e que muitos não conseguem nem caminhar. Vê-los retornar é somente o que queremos”, enfatizou.
De acordo com um relatório divulgado pela Secretaria de Saúde, durante o ano de 2007 foram realizados 1.056 atendimentos, enquanto que em 2010 o número subiu para 6.607 atendimentos, aumento de 625%.
A secretária de Saúde e Ação Social, Rosane Faedo Merotto, salientou que toda a equipe de saúde e principalmente os profissionais da fisioterapia vem desenvolvendo um trabalho qualificado que engrandece o município. Rosane explicou que desde o início da administração, o prefeito Menegaz solicitava mais atendimentos em toda a área da saúde, e por isso, o número cresceu significativamente. Anteriormente, a fisioterapia funcionava somente no Posto de Saúde do Bairro São Cristóvão e há pouco tempo o Posto de Saúde do Bairro São Paulo, também está recebendo pacientes para o serviço. “A própria população também reivindicou que o atendimento fosse ampliado em outros postos, até devido ao deslocamento que era difícil. A intenção é ainda criar um Centro de Fisioterapia com mais profissionais e mais sessões disponibilizadas”, destacou.
Rosane explicou também que no início da administração a fila de espera era em torno de 700 pessoas, e esse número diminui consideravelmente “Temos profissionais qualificados, para que cada vez mais se diminua a fila de espera”.
No Posto do Bairro São Paulo são 18 atendimentos diários de segunda a sexta-feira, totalizando 360 por mês, enquanto que no Bairro São Cristóvão, estão sendo atendidos 24 pessoas por dia. Ao total são sete fisioterapeutas que prestam serviço nos dois postos.
De acordo com Lilian, que trabalha há mais de três anos no posto de saúde, os maiores problemas atendidos são coluna, ombro e joelho. Segundo ela, cada vez mais jovens estão precisando do serviço, devido possivelmente, a má postura e má qualidade de vida. “As pessoas não procuram realizar atividade física. Elas trabalham demais e se alongam e se fortalecem de menos”, declarou.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Tapejara terá 11 vereadores a partir de 2013
Projeto teve sete votos a favor e um contra; presidente não se manifestou na votação
O número de vereadores pode aumentar 16% em 2013. O cálculo, divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) foi feito com base na população estimada do IBGE. Conforme resolução adotada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os municípios podem adequar o número de cadeiras de vereadores de acordo com o crescimento da população. Em 2013, 2.153 cidades estarão aptas a fazer a atualização. Tapejara é uma destas cidades. O projeto foi votado na sessão do dia 26 de setembro e obteve sete votos a favor e um contra. O único vereador contrário ao aumento no número de parlamentares foi o peemedebista Márcio Bertoglio. Ele entende que dois vereadores a mais representam um gasto desnecessário. “Tínhamos 11 representantes antes de emancipar os municípios de Santa Cecília do Sul, Água Santa, Charrua e Vila Lângaro. Entendo que nove suprem bem a demanda do município”, disse.
A Câmara de Vereadores recebe anualmente o duodécimo, que representa 6% da arrecadação do município. Sendo a arrecadação em torno de R$35 milhões, a Câmara tem direito a gastar R$2,1 milhões por ano. Este valor não varia caso aumente o número de parlamentares. Porém, a Câmara não gasta todo o valor a que tem direito, o restante fica para o poder público e consequentemente é investido em obras e ações. Para o ano de 2012, a previsão orçamentária do legislativo é de R$ 684 mil, incluindo o salário dos vereadores, que é de R$ 2.600 mensal, dos demais servidores e outras despesas.
Na opinião do vereador Márcio Bertoglio, deveria haver um planejamento para que os nove vereadores pudessem atender melhor a população que os elegeu. “Poderíamos ter assessores que nos representassem para ouvir as necessidades das pessoas, pois todos nós temos nossas profissões e as vezes fica difícil atender a todos”, frisou.
O número de vereadores pode aumentar 16% em 2013. O cálculo, divulgado pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) foi feito com base na população estimada do IBGE. Conforme resolução adotada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os municípios podem adequar o número de cadeiras de vereadores de acordo com o crescimento da população. Em 2013, 2.153 cidades estarão aptas a fazer a atualização. Tapejara é uma destas cidades. O projeto foi votado na sessão do dia 26 de setembro e obteve sete votos a favor e um contra. O único vereador contrário ao aumento no número de parlamentares foi o peemedebista Márcio Bertoglio. Ele entende que dois vereadores a mais representam um gasto desnecessário. “Tínhamos 11 representantes antes de emancipar os municípios de Santa Cecília do Sul, Água Santa, Charrua e Vila Lângaro. Entendo que nove suprem bem a demanda do município”, disse.
A Câmara de Vereadores recebe anualmente o duodécimo, que representa 6% da arrecadação do município. Sendo a arrecadação em torno de R$35 milhões, a Câmara tem direito a gastar R$2,1 milhões por ano. Este valor não varia caso aumente o número de parlamentares. Porém, a Câmara não gasta todo o valor a que tem direito, o restante fica para o poder público e consequentemente é investido em obras e ações. Para o ano de 2012, a previsão orçamentária do legislativo é de R$ 684 mil, incluindo o salário dos vereadores, que é de R$ 2.600 mensal, dos demais servidores e outras despesas.
Na opinião do vereador Márcio Bertoglio, deveria haver um planejamento para que os nove vereadores pudessem atender melhor a população que os elegeu. “Poderíamos ter assessores que nos representassem para ouvir as necessidades das pessoas, pois todos nós temos nossas profissões e as vezes fica difícil atender a todos”, frisou.
Medicina: vocação, doação e dedicação
O dia de um médico revela que é preciso estar preparado para exercer a profissão 24 horas
Como é o dia a dia de um médico? Essa pergunta foi o bastante para que a equipe de reportagem do NT se propusesse a acompanhar o cotidiano deste profissional da saúde.
No dia 18 de outubro comemoraremos o Dia do Médico. Por sua trajetória de quase 50 anos de vida dedicados a Medicina, o clínico Geral, Dr. Johnny Dorval Zoppas, teve um dia de trabalho retratado nessa reportagem especial.
Para quem pensa que ser médico é fácil, não é bem assim. A rotina inicia às 06 horas da manhã, “chego ao Hospital Santo Antônio, às 07 horas, e realizo todas as visitas. Gosto de conferir como estão meus pacientes, conversar com eles” – explicou Zoppas.
O dia escolhido foi à quarta-feira (05), bem cedinho as enfermeiras já preparavam a paciente para uma cirurgia de vesícula, às 8 horas, Dr. Johnny acompanhado pelo Dr. José da Silva, entravam para a Sala de Cirurgia. Duas horas depois Zoppas já estava no seu consultório na Saúde Center Clínica, para atender seus pacientes.
Com relação a sua escolha profissional o médico é veemente em afirmar que faria tudo novamente, “quando cheguei a Tapejara, havia apenas duas ruas com calçamento, dois médicos atendiam toda a população de região. Ficava semanas de plantão, o telefone tocava no meio da noite para que eu fosse ao hospital fazer o atendimento. Não tinha hora para atender, não importava o que estivesse fazendo. Mas essa foi a vida que escolhi. Me sinto realizado como médico” – afirmou.
Entre uma consulta e outra Dr. Johnny falou também sobre a convivência diária com a morte, “fico triste quando morre um paciente, mas aprendi nesses anos de vida na medicina que ela faz parte da vida. Há alguns meses tive várias perdas na minha família e passei a ver a morte de uma maneira diferente. Como cirurgião, convivo mais que médicos de outras especialidades com isso, mas por outro lado existem mais situações de melhora de vida do que da perda dela” – contou.
Zoppas que fez da profissão a sua vida, muitas vezes deixando a família de lado, considera que não é somente o médico responsável pela melhora do paciente, “defino a medicina como fantástica, não apenas pela ótica de médico, mas dos demais profissionais envolvidos como as enfermeiras que nem sempre tem o reconhecimento. As pessoas às vezes lembram que o doutor as curou, sem dar atenção a quem ministrou os remédios, cuidou ou deu banho”.
Para encerrar o seu dia Zoppas retorna ao hospital para novamente ver como estão os seus pacientes, “é importante essa relação, na época em que me formei não existiam tantos aparelhos e exames, tínhamos que investigar os sintomas para depois fazer o diagnóstico. Os médicos de hoje, em alguns casos, apenas solicitam exame sem se importar em saber como realmente a pessoa está” – destacou.
No Brasil desde o século XIX a medicina é o recorde de público nos vestibulares, com relação a isso Zoppas afirmou que “ser médico é uma profissão digna como todas as outras, que exige vocação. Alguns jovens buscam fazer medicina por ter um falso status na sociedade, acredito que somente irá se destacar aquele que tiver o lado humano acima de outras questões” – encerrou.
Como é o dia a dia de um médico? Essa pergunta foi o bastante para que a equipe de reportagem do NT se propusesse a acompanhar o cotidiano deste profissional da saúde.
No dia 18 de outubro comemoraremos o Dia do Médico. Por sua trajetória de quase 50 anos de vida dedicados a Medicina, o clínico Geral, Dr. Johnny Dorval Zoppas, teve um dia de trabalho retratado nessa reportagem especial.
Para quem pensa que ser médico é fácil, não é bem assim. A rotina inicia às 06 horas da manhã, “chego ao Hospital Santo Antônio, às 07 horas, e realizo todas as visitas. Gosto de conferir como estão meus pacientes, conversar com eles” – explicou Zoppas.
O dia escolhido foi à quarta-feira (05), bem cedinho as enfermeiras já preparavam a paciente para uma cirurgia de vesícula, às 8 horas, Dr. Johnny acompanhado pelo Dr. José da Silva, entravam para a Sala de Cirurgia. Duas horas depois Zoppas já estava no seu consultório na Saúde Center Clínica, para atender seus pacientes.
Com relação a sua escolha profissional o médico é veemente em afirmar que faria tudo novamente, “quando cheguei a Tapejara, havia apenas duas ruas com calçamento, dois médicos atendiam toda a população de região. Ficava semanas de plantão, o telefone tocava no meio da noite para que eu fosse ao hospital fazer o atendimento. Não tinha hora para atender, não importava o que estivesse fazendo. Mas essa foi a vida que escolhi. Me sinto realizado como médico” – afirmou.
Entre uma consulta e outra Dr. Johnny falou também sobre a convivência diária com a morte, “fico triste quando morre um paciente, mas aprendi nesses anos de vida na medicina que ela faz parte da vida. Há alguns meses tive várias perdas na minha família e passei a ver a morte de uma maneira diferente. Como cirurgião, convivo mais que médicos de outras especialidades com isso, mas por outro lado existem mais situações de melhora de vida do que da perda dela” – contou.
Zoppas que fez da profissão a sua vida, muitas vezes deixando a família de lado, considera que não é somente o médico responsável pela melhora do paciente, “defino a medicina como fantástica, não apenas pela ótica de médico, mas dos demais profissionais envolvidos como as enfermeiras que nem sempre tem o reconhecimento. As pessoas às vezes lembram que o doutor as curou, sem dar atenção a quem ministrou os remédios, cuidou ou deu banho”.
Para encerrar o seu dia Zoppas retorna ao hospital para novamente ver como estão os seus pacientes, “é importante essa relação, na época em que me formei não existiam tantos aparelhos e exames, tínhamos que investigar os sintomas para depois fazer o diagnóstico. Os médicos de hoje, em alguns casos, apenas solicitam exame sem se importar em saber como realmente a pessoa está” – destacou.
No Brasil desde o século XIX a medicina é o recorde de público nos vestibulares, com relação a isso Zoppas afirmou que “ser médico é uma profissão digna como todas as outras, que exige vocação. Alguns jovens buscam fazer medicina por ter um falso status na sociedade, acredito que somente irá se destacar aquele que tiver o lado humano acima de outras questões” – encerrou.
Governador Tarso Genro visita XVII Mostra Agropecuária de Paim Filho
O governador do Estado, Tarso Genro, esteve presente na solenidade de abertura da XVII Mostra Agropecuária de Paim Filho, onde assinou o convênio para a implantação do Programa Leite Gaúcho no município, no sábado (24). O ato contou com a presença dos secretários do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Ivar Pavan, e da Agricultura, Pecuária e Agronegócio, Luiz Fernando Mainardi.
Também estiveram presentes o diretor Administrativo da Emater, Valdir Zonin, acompanhado do gerente Regional, Valmir Dartora, o deputado Estadual Altemir Tortelli, prefeitos da região Norte, além de autoridades locais e regionais.
O município foi o primeiro a assinar o convênio com o governo do Estado. O Programa é uma das políticas adotadas pelo governo, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e visa a aumentar a produção e melhorar a qualidade do leite nos estabelecimentos rurais de base familiar. A meta é qualificar mil grupos de 30 famílias, a fim de que se tornem profissionais na bacia leiteira do Rio Grande do Sul.
A Emater, MDA, Embrapa, Ceasa, Fepagro, Seapa, cooperativas e empresas de produtos lácteos, sindicatos, prefeituras, universidades, escolas técnicas, centros de pesquisa, agentes financeiros, incluindo cooperativas de crédito e outras instituições são os parceiros da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo para a implantação do Programa.
No estande da Emater, o público pode ver um pouco de trabalho de artesanato produzidos pelas produtoras rurais do município. O potencial econômico de Paim Filho foi divulgado durante a XVII Mostra Agropecuária com a XVII Mostra de Terneiras, XVI Expofeira Indústria, Comércio, Produtos Coloniais e Artesanato, XV Expofeira de Suínos e I Mostra de Gado de Corte.
Também estiveram presentes o diretor Administrativo da Emater, Valdir Zonin, acompanhado do gerente Regional, Valmir Dartora, o deputado Estadual Altemir Tortelli, prefeitos da região Norte, além de autoridades locais e regionais.
O município foi o primeiro a assinar o convênio com o governo do Estado. O Programa é uma das políticas adotadas pelo governo, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e visa a aumentar a produção e melhorar a qualidade do leite nos estabelecimentos rurais de base familiar. A meta é qualificar mil grupos de 30 famílias, a fim de que se tornem profissionais na bacia leiteira do Rio Grande do Sul.
A Emater, MDA, Embrapa, Ceasa, Fepagro, Seapa, cooperativas e empresas de produtos lácteos, sindicatos, prefeituras, universidades, escolas técnicas, centros de pesquisa, agentes financeiros, incluindo cooperativas de crédito e outras instituições são os parceiros da Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo para a implantação do Programa.
No estande da Emater, o público pode ver um pouco de trabalho de artesanato produzidos pelas produtoras rurais do município. O potencial econômico de Paim Filho foi divulgado durante a XVII Mostra Agropecuária com a XVII Mostra de Terneiras, XVI Expofeira Indústria, Comércio, Produtos Coloniais e Artesanato, XV Expofeira de Suínos e I Mostra de Gado de Corte.
Reinaugurada Capela do Hospital Santo Antônio
Missa de Ação de Graças marcou a reinauguração da Capela do Hospital Santo Antônio de Tapejara, na sexta-feira, 30 de setembro.
A cerimônia realizada pelos padres Élio Marsiglio, Renato Biasi, Darci Zanolla e Mateus Danieli foi acompanhada por autoridades locais, membros da diretoria e profissionais do HSA.
Durante seu pronunciamento o presidente da instituição, Sirinei Panizzon, agradeceu a toda a comunidade que tem contribuído para as obras de ampliação do Hospital e aos colaboradores. “Essa obra simples também é parte do nosso objetivo principal de proporcionar conforto e bons serviços as pessoas que necessitam do hospital” – encerrou.
Na oportunidade foi inaugurada oficialmente a sala da SAMU – Umberto Bolsonello, em homenagem por seu trabalho junto a saúde no município.
A cerimônia realizada pelos padres Élio Marsiglio, Renato Biasi, Darci Zanolla e Mateus Danieli foi acompanhada por autoridades locais, membros da diretoria e profissionais do HSA.
Durante seu pronunciamento o presidente da instituição, Sirinei Panizzon, agradeceu a toda a comunidade que tem contribuído para as obras de ampliação do Hospital e aos colaboradores. “Essa obra simples também é parte do nosso objetivo principal de proporcionar conforto e bons serviços as pessoas que necessitam do hospital” – encerrou.
Na oportunidade foi inaugurada oficialmente a sala da SAMU – Umberto Bolsonello, em homenagem por seu trabalho junto a saúde no município.
Tatuagem: a decisão que vai além do desenho
A decisão de realizar uma tatuagem, em qualquer momento da vida, deve ser muito bem ponderada. Embora não exista dados oficiais, acredita-se que menos de 10% da população brasileira é tatuada, mas esta média se concentra na população jovem, onde mais da metade possui pelo menos uma tatuagem no corpo. De acordo com o tatuador Vanderlei Toson, que passa temporada em Tapejara, a crescente procura por tatuagens acontece porque o preconceito diminuiu e porque a mídia influencia diretamente nisso, mostrando que os desenhos no corpo não estão ligados à falta de caráter, como muitos pensavam.
Toson, que tatua há mais de 20 anos, diz que são necessárias três escolhas para fazer uma tatuagem: um bom tatuador, um local adequado no corpo e um desenho que não seja motivo de futuros arrependimentos. “O tatuador tem o dever de conversar com a pessoa para saber se sua decisão é bem fundamentada”, explica. E ele afirma que faz isso, principalmente quando se trata de tatuagens com nomes de namorados. “Procuro orientar porque uma tatuagem inadequada pode causar uma frustração muito grande no futuro”, disse. Além do erro de desenho, um risco mal feito ou tintas e agulhas de má qualidade também estão na lista de desagrados. O arrependimento pode custar caro, pois o desenho precisa ser retirado com sessões de laser que causam dor e deixam marcas na pele. Em locais sem higiene e com uso inadequado de materiais há riscos de contrair doenças, como a hepatite, ou desenvolver quelóide na pele.
Todos estes fatores estão ligados à falta de informação. No Brasil existem cerca de 3 mil tatuadores profissionais, mas o número de amadores é muito superior. Eles oferecem preços atrativos e ganham rapidamente clientes que não se informam sobre seus trabalhos e acabam marcando o corpo para sempre com um desenho mal feito. “Em Tapejara, 80% dos trabalhos que faço é consertar tatoos mal feitas”, comentou Toson. De acordo com o tatuador, os jovens de 14 a 18 anos precisam de autorização dos pais ou responsáveis para fazer um desenho no corpo. “Porém, mais importante que a autorização é a conscientização. É necessário ter a certeza do que quer e não fazer simplesmente para entrar numa tribo. Mas infelizmente nem todos os tatuadores têm esta preocupação, eles pensam somente em faturar”, frisou Toson.
Para os piercings as regras são as mesmas: informações, bons profissionais e cuidados essenciais para não ocorrer inflamações no local perfurado. Outra técnica bastante utilizada atualmente é a maquiagem definitiva, que tem a função de corrigir imperfeições, principalmente na sobrancelha e boca. Os cuidados para esta arte são os mesmos exigidos para tatuagens, devendo haver retoques a cada dez anos. O tatuador Toson não cobra pelos retoques de seus trabalhos, “vendo uma arte definitiva por isso não cobro”, disse.
Assim como toda a arte, as tatoos também estão sujeitas ao modismo. Em alta estão as escritas, em forma de palavras, frases ou trechos de músicas. Os homens têm como local preferido para tatuar as costas e braços, pois gostam de expressar virilidade; já as mulheres fazem mais tatuagens na virilha e pés, pois relacionam o desenho à sensualidade.
Toson, que tatua há mais de 20 anos, diz que são necessárias três escolhas para fazer uma tatuagem: um bom tatuador, um local adequado no corpo e um desenho que não seja motivo de futuros arrependimentos. “O tatuador tem o dever de conversar com a pessoa para saber se sua decisão é bem fundamentada”, explica. E ele afirma que faz isso, principalmente quando se trata de tatuagens com nomes de namorados. “Procuro orientar porque uma tatuagem inadequada pode causar uma frustração muito grande no futuro”, disse. Além do erro de desenho, um risco mal feito ou tintas e agulhas de má qualidade também estão na lista de desagrados. O arrependimento pode custar caro, pois o desenho precisa ser retirado com sessões de laser que causam dor e deixam marcas na pele. Em locais sem higiene e com uso inadequado de materiais há riscos de contrair doenças, como a hepatite, ou desenvolver quelóide na pele.
Todos estes fatores estão ligados à falta de informação. No Brasil existem cerca de 3 mil tatuadores profissionais, mas o número de amadores é muito superior. Eles oferecem preços atrativos e ganham rapidamente clientes que não se informam sobre seus trabalhos e acabam marcando o corpo para sempre com um desenho mal feito. “Em Tapejara, 80% dos trabalhos que faço é consertar tatoos mal feitas”, comentou Toson. De acordo com o tatuador, os jovens de 14 a 18 anos precisam de autorização dos pais ou responsáveis para fazer um desenho no corpo. “Porém, mais importante que a autorização é a conscientização. É necessário ter a certeza do que quer e não fazer simplesmente para entrar numa tribo. Mas infelizmente nem todos os tatuadores têm esta preocupação, eles pensam somente em faturar”, frisou Toson.
Para os piercings as regras são as mesmas: informações, bons profissionais e cuidados essenciais para não ocorrer inflamações no local perfurado. Outra técnica bastante utilizada atualmente é a maquiagem definitiva, que tem a função de corrigir imperfeições, principalmente na sobrancelha e boca. Os cuidados para esta arte são os mesmos exigidos para tatuagens, devendo haver retoques a cada dez anos. O tatuador Toson não cobra pelos retoques de seus trabalhos, “vendo uma arte definitiva por isso não cobro”, disse.
Assim como toda a arte, as tatoos também estão sujeitas ao modismo. Em alta estão as escritas, em forma de palavras, frases ou trechos de músicas. Os homens têm como local preferido para tatuar as costas e braços, pois gostam de expressar virilidade; já as mulheres fazem mais tatuagens na virilha e pés, pois relacionam o desenho à sensualidade.
Presidente do STIA ocupa a tribuna da Câmara
A tribuna popular da Câmara de Vereadores foi ocupada, na sessão ordinária do dia 03 de outubro, pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Alimentação, Celso Martins. O sindicalista fez um breve histórico do órgão, que foi fundado há mais de um ano a atende os interesses de cerca de 2.500 funcionários da indústria alimentícia de Tapejara e região. “Quando começamos a nos mobilizar para implantar aqui o Sindicato nos deparamos com o descrédito das pessoas que diziam que não conseguiríamos ir contra os grandes empresários. Mas nosso objetivo não é este. Vamos defender os direitos dos trabalhadores e alertá-los sobre seus deveres também”, frisou.
Celso salientou que algumas empresas ainda tentam burlar os direitos dos trabalhadores com ações desumanas, como a cobrança de EPI (equipamentos de proteção individual), cobrança por consultas com o médico da empresa, boicotes nas eleições para a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e outras que deixam de assinar a carteira de trabalho. O Sindicato já alcançou muitas metas através do diálogo com as empresa. Um exemplo é na LBR, onde através de um acordo coletivo conquistou-se um reajuste de 29%. “É isso que pretendemos: resolver as questões com diálogo”, disse.
Celso salientou que algumas empresas ainda tentam burlar os direitos dos trabalhadores com ações desumanas, como a cobrança de EPI (equipamentos de proteção individual), cobrança por consultas com o médico da empresa, boicotes nas eleições para a Cipa (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) e outras que deixam de assinar a carteira de trabalho. O Sindicato já alcançou muitas metas através do diálogo com as empresa. Um exemplo é na LBR, onde através de um acordo coletivo conquistou-se um reajuste de 29%. “É isso que pretendemos: resolver as questões com diálogo”, disse.
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