Tapejara irá comemorar 56 anos. Entrevistamos o prefeito Seger Menegaz para falar a respeito da sua gestão, projetos futuros e intenções para o próximo pleito. Confira:
Novo Tempo: Como o Sr. avalia estes dois anos e meio da Administração Municipal?
Seger Menegaz: No inicio do governo tivemos muitos problemas, muitas dividas e descontroles administrativos. Assumimos 5 milhões de dívidas da administração anterior sendo que haviam 217 contas de credores com dinheiro a receber da prefeitura, negociamos com todos, pagamos todo o atrasado e recuperamos o crédito do município, inclusive com órgãos estaduais e federais onde o nome de Tapejara estava na lista negra devido aos desmandos anteriores.
NT: Quais as principais obras e ações que merecem destaque no governo?
SM: Paralelo a isso iniciamos investimentos importantes priorizando a Saúde, Educação, Habitação, Agricultura, Indústria e Comércio do município onde já alcançamos muitas das nossas metas.
NT: A Habitação e a Saúde continuam sendo prioridades em seu mandado?
SM: Na saúde revitalizamos com reforma, equipamentos e ampliações nos quatro postos de saúdee esta em obras a construção de mais um Posto de Saúde no Bairro São Paulo, contratamos médicos e profissionais com objetivo claro de acabar com as filas e melhorar o atendimento.
Na Habitação estamos contabilizando agora o número de 390 beneficiados entre casas e apartamentos, com vários projetos que visam incluir pessoas que estão fora de alcance para adquirirem casa própria sem ajuda do poder público, lutamos todos os dias para alcançar nossa meta de 500 casas em nosso mandato e com certeza vamos conseguir o que é muito importante para assegurar qualidade de vida para a população e mão de obra para o crescimento de nossa economia.
NT: Ruas da cidade: teremos novas pavimentações? E as estradas do interior?
SM: Asfaltamos mais de 35 mil metros quadrados o que equivale a 35 quadras em locais importantes como a Rua Júliode Castilhos no centro, a Rua Manoel Teixeira, Parque de Rodeios, Loteamento Bassegio e esta em andamento obra de asfalto no Loteamento Bianchini com mais 14 quadras. Em todas cuidamos antes da infraestrutura necessária, estamos licitando recapeamento de parte da Avenida 7 de Setembro e também recapeamento de 5 quadras da Rua do Comércio no centro.
Estamos asfaltando a PERIMETRAL o que sem duvida será um marco no trânsito e no desenvolvimento de Tapejara. Obras importantes na educação como a construção da creche Helena Andreazza Sitta e já em licitação a nova Escola do Bairro São Paulo com capacidade para 600 alunos
NT: Como é, atualmente, a relação do Executivo com a Câmara de Vereadores?
SM: Tratamos o Legislativo Municipal com muito respeito e tivemos até agora todos os projetos que enviamos aprovados, sempre que possível conversamos sobre os projetos e temos sempre mantido diálogo com o Legislativo.
NT: O ano de 2012 será de eleições Municipais e seu nome aparece como o principal na corrida pela reeleição. O Sr. pretende concorrer novamente a prefeito de Tapejara?
SM: Sobre as próximas eleições precisamos ouvir e discutir com os partidos que compõe nossa coligação para que se definam as candidaturas
NT: O comentário do chefe do Executivo sobre os 56 Anos do Município e a extensa programação festiva.
SM: Tapejara cresce a cada dia fruto do trabalho, da seriedade, da honestidade do nosso povo. Acreditamos muito na nossa gente e por isso não temos duvida em afirmar: Tapejara terra de empreendedores, mas acima de tudo de geradores de oportunidades de um futuro cada vez melhor
NT: Sua mensagem aos munícipes nestes 56 Anos de História e Progresso de Tapejara e aos leitores do Novo Tempo.
SM: Nossa mensagem de otimismo e alegria pelos 56 anos bem vividos, de história e desenvolvimento de nosso município. Estamos trabalhando por você para que cada cidadão possa ter suas necessidades atendidas, o que também se reflete em qualidade de vida. Que Deus nos abençoe sempre, para que possamos trilhar um caminho ainda mais exitoso para nossos munícipes. Saudamos também os leitores deste importante meio de comunicação, que nestes 12 anos, com seu trabalho sério, leva o nome de Tapejara para toda a grande região. Parabéns a todos que fazem o crescimento do município e agradecemos a oportunidade deste prestigiado espaço.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Sossella tenta solucionar impasse sobre revendas de produtos agroquímicos no Estado
O deputado Estadual Gilmar Sossella (PDT) acompanhou uma comissão de representantes de revendas comerciais de produtos agroquímicos do Estado que convivem com um impasse desde que a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Agronegócio (SEAPA) passou a exigir um registro na Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para conceder a licença de comercialização.
O assunto foi discutido em audiência com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana Neto e o presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg; o gerente da divisão de produção vegetal da SEAPA, José Candido Motta; os deputados Sossella, Gerson Burmann (PDT) e Gilberto Capoani (PMDB); o consultor de Meio Ambiente da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), Valtemir Goldmayer; o presidente da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (Fenata), Mário Limberger; e outros representantes dos órgãos estaduais, da Associação dos Distribuidores de Insumos Agropecuários (Andav) e das revendas comerciais de produtos agroquímicos.
Segundo o presidente da Fenata a portaria conjunta da secretaria de Agricultura e Fepam nº 51, de 27 de novembro de 2009, determinou os procedimentos e critérios técnicos mínimos para o licenciamento ambiental de depósitos de agrotóxicos consolidados e em operação em áreas urbanas. “Em busca de obterem a licença as revendas fizeram adequações para atender à legislação, mas há controvérsias com a Fepam e hoje cerca de 220 empresas ainda não conseguiram protocolar os pedidos de licenciamento junto ao órgão”, explicou Limberger.
Goldmayer comentou que algumas empresas chegaram a ter as atividades suspensas pela SEAPA, Fepam e até o Ministério Público. “Tem que haver uma discussão sobre essa portaria, algumas revendas estão em funcionamento há 20 ou 30 anos, ou seja, bem anterior a essas novas regras, tem que ter uma flexibilização sobre certos casos”, comentou o consultor de Meio Ambiente.
Sossella pediu um desarme de espíritos de todas as partes para que o bom senso predomine e se encontre uma solução. “O nosso estado é essencialmente agrícola e não podemos romper nenhum elo da cadeia para não prejudicar a produção, ninguém deseja destruir o meio ambiente, pelo contrário, acreditamos que é possível manter as empresas em atividade sem prejuízos ambientais”- argumentou o parlamentar.
Depois das ponderações foi definido junto ao secretário Carlos Pestana e ao presidente da Fepam que será criado um grupo de trabalho contando com integrantes das secretarias de Agricultura, Meio Ambiente, Famurs, associações dos técnicos agrícolas e das revendas de agroquímicos e Assembléia Legislativa, para discutir a portaria estadual e as soluções para o impasse.
Pestana também confirmou que o governo do Estado vai interromper a fiscalização até que o grupo de trabalho tenha uma decisão final. “Recebemos a garantia que o grupo terá até seis meses para discutir e resolver o assunto trabalhamos pela concordância e acho que esse foi um bom desfecho para essa audiência”, destacou Gilmar Sossella.
O assunto foi discutido em audiência com o chefe da Casa Civil, Carlos Pestana Neto e o presidente da Fepam, Carlos Fernando Niedersberg; o gerente da divisão de produção vegetal da SEAPA, José Candido Motta; os deputados Sossella, Gerson Burmann (PDT) e Gilberto Capoani (PMDB); o consultor de Meio Ambiente da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), Valtemir Goldmayer; o presidente da Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas (Fenata), Mário Limberger; e outros representantes dos órgãos estaduais, da Associação dos Distribuidores de Insumos Agropecuários (Andav) e das revendas comerciais de produtos agroquímicos.
Segundo o presidente da Fenata a portaria conjunta da secretaria de Agricultura e Fepam nº 51, de 27 de novembro de 2009, determinou os procedimentos e critérios técnicos mínimos para o licenciamento ambiental de depósitos de agrotóxicos consolidados e em operação em áreas urbanas. “Em busca de obterem a licença as revendas fizeram adequações para atender à legislação, mas há controvérsias com a Fepam e hoje cerca de 220 empresas ainda não conseguiram protocolar os pedidos de licenciamento junto ao órgão”, explicou Limberger.
Goldmayer comentou que algumas empresas chegaram a ter as atividades suspensas pela SEAPA, Fepam e até o Ministério Público. “Tem que haver uma discussão sobre essa portaria, algumas revendas estão em funcionamento há 20 ou 30 anos, ou seja, bem anterior a essas novas regras, tem que ter uma flexibilização sobre certos casos”, comentou o consultor de Meio Ambiente.
Sossella pediu um desarme de espíritos de todas as partes para que o bom senso predomine e se encontre uma solução. “O nosso estado é essencialmente agrícola e não podemos romper nenhum elo da cadeia para não prejudicar a produção, ninguém deseja destruir o meio ambiente, pelo contrário, acreditamos que é possível manter as empresas em atividade sem prejuízos ambientais”- argumentou o parlamentar.
Depois das ponderações foi definido junto ao secretário Carlos Pestana e ao presidente da Fepam que será criado um grupo de trabalho contando com integrantes das secretarias de Agricultura, Meio Ambiente, Famurs, associações dos técnicos agrícolas e das revendas de agroquímicos e Assembléia Legislativa, para discutir a portaria estadual e as soluções para o impasse.
Pestana também confirmou que o governo do Estado vai interromper a fiscalização até que o grupo de trabalho tenha uma decisão final. “Recebemos a garantia que o grupo terá até seis meses para discutir e resolver o assunto trabalhamos pela concordância e acho que esse foi um bom desfecho para essa audiência”, destacou Gilmar Sossella.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Colono e Motorista: movimentam economia do país
O dia 25 de julho é reservado às homenagens aos Colonos e Motoristas, que tem significado muito especial para o desenvolvimento do País. O Colono produz e o Motorista transporta. Enquanto o Colono vive a realidade do árduo trabalho no campo e testemunha o desafio de fazer da terra o seu sustento e os Motoristas enfrentam perigos nas estradas, convivem com a falta de infraestrutura e precisam passar dias longe de casa.
15º Encontro de Aposentados e Agricultores reuniu 1,3 mil pessoas no sábado
Segundo dados divulgados pelo ultimo senso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizado em 2010 a população rural do município de Tapejara cresceu cerca de 7%, contrariando o que ocorre em outros municípios. A diversificação das atividades agrícolas e a ação ativa de entidades ligadas ao setor como é o caso do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, explicam o fenômeno de inversão do êxodo rural.
Por traz do desenvolvimento de uma cidade existe uma força humana no exercício de uma atividade pouco reconhecida, mas de grande importância no dia a dia de cada brasileiro. Nem sempre lembrados, os agricultores são responsáveis pela geração de emprego e renda, movimentam a economia e tornam a agricultura competitiva. São eles os responsáveis pelo importante processo de produção de alimentos.
Pessoas que não tem horário para trabalhar. Começam no batente muitas vezes antes do amanhecer do dia e encerram as atividades quando o sol já se foi. Trabalhadores honestos, que muito se esforçam sem se cansar de lutar por melhorias no campo, sempre em busca de novas alternativas para o aumento da produtividade.
Para comemorar e valorizar os homens e mulheres do campo foi realizado o 15º Encontro de Aposentados e Associados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, no sábado (23), no Salão Paroquial. Cerca de 1.300 pessoas participaram do evento, que teve início com uma missa seguida pelo pronunciamento de autoridades e almoço.
O primeiro encontro foi realizado em 1995, no CTG de Vila Lângaro. Em 1997 a festividade aconteceu na comunidade de São Silvestre. Eram realizados a cada dois anos, mas a partir do terceiro, o evento passou a ser anual.
Diversas autoridades prestigiaram o último encontro, sendo convidados para fazer parte da mesa principal a presidente do STRT, Jussara de Mello, o prefeito Seger Menegaz, o presidente do STR de Lagoa Vermelha, Lindomar do Carmo Morais que representou a Fetag, o coordenador regional e presidente do STR de Casca Nauro Nissola, o vereador representante da Câmara Municipal Inésio Cadore, o contador do Sindicato Joel Roso e a representante da Comissão Municipal de Aposentados Assunta Bernardi.
Segundo declarou Jussara, “precisamos valorizar mais os agricultores que impulsionam a economia, se temos o que comer é porque essas duas categorias, Colono e Motoristas, comprem com sua missão de levar nos ombros o compromisso de seguir acreditando todos os dias que tudo pode melhorar. Mas os governantes precisam fazer a sua parte ainda há muito que ser feito. O Sindicato estará sempre atento para defender os interesses dos Agricultores”.
Profissão, paixão e desafio
Sinval Biazotto, 49 anos, tem uma vida inteira na cabine de um caminhão. Sua primeira viagem foi em 1981, quando então tinha 19 anos. Daí em diante “foi mordido pelo bichinho”, como ele mesmo define, e nunca mais largou a profissão. “Tentei parar. Durante seis anos trabalhei como mecânico, mas não me realizava profissionalmente”, conta.
Das dificuldades da profissão, ele diz que ficar longe de casa é a maior. “Nas viagens longas, sentimos a solidão de estar distante da família”, cita. A alimentação também é lembrada pelo caminhoneiro como uma dificuldade. Dependendo da região, os profissionais têm que fazer as refeições em lugares precários. Daí, Biazotto guarda sua pior lembrança: “numa determinada viagem comi algo que me causou uma intoxicação alimentar, passei tão mal que parei o caminhão no meio da pista. Sorte minha é que logo atrás vinha um companheiro de profissão que me socorreu”, disse. Esta é a pior lembrança do motorista, que nunca sofreu nenhum assalto ou acidente.
Conhecedor das estradas, ele sabe quais as dificuldades que os caminhoneiros enfrentam no dia a dia da profissão. Uma das maiores queixas de quem ganha a vida nas rodovias do país, é o preço alto que os caminhões pagam nos pedágios. Tem estradas onde as concessionárias cobram até R$ 40,00 pela passagem do caminhão. Biazotto diz que a classe deveria ser mais unida. “Somos unidos no sentido de fazer amizades e ajudar uns aos outros, mas quando precisamos reivindicar não temos força conjunta”, frisa.
Mesmo com as dificuldades que a profissão de caminhoneiro enfrenta, para Biazotto foi à escolha certa da vida dele. “É do caminhão que eu tiro o sustento da minha família, eu não troco a minha profissão. Enquanto tiver forças para isso, estarei na estrada” afirma. Entre as coisas boas do ofício, ele cita que teve a oportunidade de conhecer praticamente o Brasil inteiro e não tem a rotina cansativa de quem passa o dia dentro de um escritório. E chama atenção para um fato: a escassez de novatos na profissão. “Poucos jovens querem ser caminhoneiros. Alguns começam, mas logo desistem; acredito que não suportam a solidão da estrada”.
15º Encontro de Aposentados e Agricultores reuniu 1,3 mil pessoas no sábado
Segundo dados divulgados pelo ultimo senso do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizado em 2010 a população rural do município de Tapejara cresceu cerca de 7%, contrariando o que ocorre em outros municípios. A diversificação das atividades agrícolas e a ação ativa de entidades ligadas ao setor como é o caso do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, explicam o fenômeno de inversão do êxodo rural.
Por traz do desenvolvimento de uma cidade existe uma força humana no exercício de uma atividade pouco reconhecida, mas de grande importância no dia a dia de cada brasileiro. Nem sempre lembrados, os agricultores são responsáveis pela geração de emprego e renda, movimentam a economia e tornam a agricultura competitiva. São eles os responsáveis pelo importante processo de produção de alimentos.
Pessoas que não tem horário para trabalhar. Começam no batente muitas vezes antes do amanhecer do dia e encerram as atividades quando o sol já se foi. Trabalhadores honestos, que muito se esforçam sem se cansar de lutar por melhorias no campo, sempre em busca de novas alternativas para o aumento da produtividade.
Para comemorar e valorizar os homens e mulheres do campo foi realizado o 15º Encontro de Aposentados e Associados do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, no sábado (23), no Salão Paroquial. Cerca de 1.300 pessoas participaram do evento, que teve início com uma missa seguida pelo pronunciamento de autoridades e almoço.
O primeiro encontro foi realizado em 1995, no CTG de Vila Lângaro. Em 1997 a festividade aconteceu na comunidade de São Silvestre. Eram realizados a cada dois anos, mas a partir do terceiro, o evento passou a ser anual.
Diversas autoridades prestigiaram o último encontro, sendo convidados para fazer parte da mesa principal a presidente do STRT, Jussara de Mello, o prefeito Seger Menegaz, o presidente do STR de Lagoa Vermelha, Lindomar do Carmo Morais que representou a Fetag, o coordenador regional e presidente do STR de Casca Nauro Nissola, o vereador representante da Câmara Municipal Inésio Cadore, o contador do Sindicato Joel Roso e a representante da Comissão Municipal de Aposentados Assunta Bernardi.
Segundo declarou Jussara, “precisamos valorizar mais os agricultores que impulsionam a economia, se temos o que comer é porque essas duas categorias, Colono e Motoristas, comprem com sua missão de levar nos ombros o compromisso de seguir acreditando todos os dias que tudo pode melhorar. Mas os governantes precisam fazer a sua parte ainda há muito que ser feito. O Sindicato estará sempre atento para defender os interesses dos Agricultores”.
Profissão, paixão e desafio
Sinval Biazotto, 49 anos, tem uma vida inteira na cabine de um caminhão. Sua primeira viagem foi em 1981, quando então tinha 19 anos. Daí em diante “foi mordido pelo bichinho”, como ele mesmo define, e nunca mais largou a profissão. “Tentei parar. Durante seis anos trabalhei como mecânico, mas não me realizava profissionalmente”, conta.
Das dificuldades da profissão, ele diz que ficar longe de casa é a maior. “Nas viagens longas, sentimos a solidão de estar distante da família”, cita. A alimentação também é lembrada pelo caminhoneiro como uma dificuldade. Dependendo da região, os profissionais têm que fazer as refeições em lugares precários. Daí, Biazotto guarda sua pior lembrança: “numa determinada viagem comi algo que me causou uma intoxicação alimentar, passei tão mal que parei o caminhão no meio da pista. Sorte minha é que logo atrás vinha um companheiro de profissão que me socorreu”, disse. Esta é a pior lembrança do motorista, que nunca sofreu nenhum assalto ou acidente.
Conhecedor das estradas, ele sabe quais as dificuldades que os caminhoneiros enfrentam no dia a dia da profissão. Uma das maiores queixas de quem ganha a vida nas rodovias do país, é o preço alto que os caminhões pagam nos pedágios. Tem estradas onde as concessionárias cobram até R$ 40,00 pela passagem do caminhão. Biazotto diz que a classe deveria ser mais unida. “Somos unidos no sentido de fazer amizades e ajudar uns aos outros, mas quando precisamos reivindicar não temos força conjunta”, frisa.
Mesmo com as dificuldades que a profissão de caminhoneiro enfrenta, para Biazotto foi à escolha certa da vida dele. “É do caminhão que eu tiro o sustento da minha família, eu não troco a minha profissão. Enquanto tiver forças para isso, estarei na estrada” afirma. Entre as coisas boas do ofício, ele cita que teve a oportunidade de conhecer praticamente o Brasil inteiro e não tem a rotina cansativa de quem passa o dia dentro de um escritório. E chama atenção para um fato: a escassez de novatos na profissão. “Poucos jovens querem ser caminhoneiros. Alguns começam, mas logo desistem; acredito que não suportam a solidão da estrada”.
Acisat promove jantar com palestra sobre vendas para associados
Na noite de terça-feira (26), os associados da Acisat, participaram de uma rerunião-jantar no Boones Restaurante, assistindo a uma palestra com o tema “Como aumentar as vendas diminuindo as perdas”, ministrada por Nelson Rodrigues. O palestrante é advogado, consultor financeiro e especialista com trabalhos realizados em modelagem de ambientes de crédito, cobrança e gestão de riscos de crédito; professor especialistada Fundação Getúlio Vargas/RJ em cursos de MBA em Finanças, Gestão Comercial, Gestão Empresarial e Cooperativas de Crédito; instrutor de cursos; consultor empresarial tendo desenvolvido programas de treinamento exclusivo para as áreas comercial e de crédito de grandes empresas; executivo comercial; sócio da empresa NJRM Treinamento Empresarial.
O evento iniciou com a formação da mesa principal com a presidente da Associação, Roselaine Roman, o palestrante Nelson Rodrigues, o presidente do Sicredi Mário Maurina, e a vice-presidente do Conselho Social, Eliane Pirolli.
Fez uso do espaço dedicado ao associado, a agente do Sebrae em Tapejara, Carla Augusta Thomaz. Ela falou sobre o Prêmio MPE Brasil. É um reconhecimento concedido às micro e pequenas empresas que se destacam em suas categorias, cuja atuação sirva de referência no esforço de mobilização para a melhoria da competitividade em seu segmento. Além disso, promove o aumento da qualidade e produtividade, disseminando os conceitos e práticas de gestão.
O evento iniciou com a formação da mesa principal com a presidente da Associação, Roselaine Roman, o palestrante Nelson Rodrigues, o presidente do Sicredi Mário Maurina, e a vice-presidente do Conselho Social, Eliane Pirolli.
Fez uso do espaço dedicado ao associado, a agente do Sebrae em Tapejara, Carla Augusta Thomaz. Ela falou sobre o Prêmio MPE Brasil. É um reconhecimento concedido às micro e pequenas empresas que se destacam em suas categorias, cuja atuação sirva de referência no esforço de mobilização para a melhoria da competitividade em seu segmento. Além disso, promove o aumento da qualidade e produtividade, disseminando os conceitos e práticas de gestão.
Administração incentiva empresas e assina contratos de terrenos no Loteamento Real
A assinatura de contratos de concessão e repasse de incentivos a empresas tapejarenses foram assinados na sexta-feira (15), durante solenidade realizada no saguão da prefeitura.
Tratam-se das empresas Talissa Sebben e Dallelluz Pré Moldados, que irão se instalar junto ao Distrito Industrial Augusto Menegaz, localizado na saída para Charrua.
Segundo afirmou o prefeito Seger Menegaz, apoiar a geração de emprego e renda é um compromisso da administração, “queremos que cada vez mais Tapejara possa ser destaque no cenário econômico pela capacidade de empreender da sua população. Virão em breve outras empresas que já procuraram apoio do governo Municipal” – afirmou.
Para o secretário de Indústria e Comércio, Murilo Beé, o incentivo as empresas significa apoiar o futuro e o progresso do município.
Além da concessão de uso de terrenos foram entregues recursos para quatro empresas: Sementes Beé, Mioto e Canali, Padaria Cia do Pão e para a Acisat como auxilio na realização da Expo Gestão Tapejara.
Gregório Dalleluz falou em nome das empresas beneficiadas agradecendo a oportunidade.
Já a Habitação foi pauta de outro evento realizado na Prefeitura, na sexta-feira (22), para assinatura de convênio para 30 terrenos através do Programa Minha Casa Minha Vida. Estiveram presentes autoridades locais, representantes de entidades e famílias beneficiadas.
Para o gerente da agência de Tapejara da Caixa Econômica Federal, Luiz Fernando Lindner, “estamos procurando atender as necessidades da comunidade, segundo a nossa missão enquanto instituição financeira é apoiar as políticas publicas do governo federal. Estamos atingindo a nossa meta no que se refere à habitação” – destacou.
Conforme informou o prefeito Menegaz, “já conseguimos entregar e viabilizar a construção de 350 moradias nas diferentes frentes de trabalho e projetos habitacionais. Assumimos este compromisso com a população, pois acreditamos que ao garantimos condições de moradia dignas estamos fundamentando uma base sólida para que a nossa cidade seja mais próspera”.
Segundo o secretário de Habitação, Ramir Sebben, as obras estão acontecendo devido a um esforço incansável da atual administração, “estamos a cada dia buscando mais formas de ajudar principalmente as famílias de baixa renda”.
Tratam-se das empresas Talissa Sebben e Dallelluz Pré Moldados, que irão se instalar junto ao Distrito Industrial Augusto Menegaz, localizado na saída para Charrua.
Segundo afirmou o prefeito Seger Menegaz, apoiar a geração de emprego e renda é um compromisso da administração, “queremos que cada vez mais Tapejara possa ser destaque no cenário econômico pela capacidade de empreender da sua população. Virão em breve outras empresas que já procuraram apoio do governo Municipal” – afirmou.
Para o secretário de Indústria e Comércio, Murilo Beé, o incentivo as empresas significa apoiar o futuro e o progresso do município.
Além da concessão de uso de terrenos foram entregues recursos para quatro empresas: Sementes Beé, Mioto e Canali, Padaria Cia do Pão e para a Acisat como auxilio na realização da Expo Gestão Tapejara.
Gregório Dalleluz falou em nome das empresas beneficiadas agradecendo a oportunidade.
Já a Habitação foi pauta de outro evento realizado na Prefeitura, na sexta-feira (22), para assinatura de convênio para 30 terrenos através do Programa Minha Casa Minha Vida. Estiveram presentes autoridades locais, representantes de entidades e famílias beneficiadas.
Para o gerente da agência de Tapejara da Caixa Econômica Federal, Luiz Fernando Lindner, “estamos procurando atender as necessidades da comunidade, segundo a nossa missão enquanto instituição financeira é apoiar as políticas publicas do governo federal. Estamos atingindo a nossa meta no que se refere à habitação” – destacou.
Conforme informou o prefeito Menegaz, “já conseguimos entregar e viabilizar a construção de 350 moradias nas diferentes frentes de trabalho e projetos habitacionais. Assumimos este compromisso com a população, pois acreditamos que ao garantimos condições de moradia dignas estamos fundamentando uma base sólida para que a nossa cidade seja mais próspera”.
Segundo o secretário de Habitação, Ramir Sebben, as obras estão acontecendo devido a um esforço incansável da atual administração, “estamos a cada dia buscando mais formas de ajudar principalmente as famílias de baixa renda”.
10ª ExpoIbiaçá será lançada em agosto com escolha das Soberanas
Grandes atrações e negócios prometem encantar o público na 10ª ExpoIbiaçá 2011. O evento que ocorrerá de 18 a 20 de novembro deste ano, será lançado no dia 06 de agosto, às 20 horas no Salão Paroquial de Ibiaçá para apresentar a programação completa. Organizada a cada dois, a feira apresentará nesta edição maior diversidade de produtos e segmentos, garante o presidente da Associação Comercial, Industrial de Serviços e Agropecuária (Acisai), Amauri Carlos Schimidt.
O evento ocorrerá paralelamente à escolha das Soberanas do Município. Onze candidatas, entre 15 e 21 anos, concorrerão ao título de Rainha e Princesa de Ibiaçá. No dia 26 de julho participam de entrevista coletiva, no dia 01 de agosto prova individual e no dia 06 de agosto o desfile. Atuais Soberanas, rainha Ruani Gambim e princesa Elen Rampazzo, passarão as faixas na mesma noite para as vencedoras do concurso.
O prefeito Ulisses Cecchin (PP), acredita que será um importante momento para Ibiaçá a realização da 10ª Expo juntamente com as comemorações dos 46 anos do município. “Temos apoiado permanentemente a Acisai e promoveremos mais um grande evento”, acredita Cecchin.
O jantar de lançamento é organizado pelo terceiro ano da Escola Estadual Adelaide Picolotto e os ingressos são vendidos a R$ 15,00 com os estudantes e na Secretaria de Educação da Prefeitura de Ibiaçá.
O evento ocorrerá paralelamente à escolha das Soberanas do Município. Onze candidatas, entre 15 e 21 anos, concorrerão ao título de Rainha e Princesa de Ibiaçá. No dia 26 de julho participam de entrevista coletiva, no dia 01 de agosto prova individual e no dia 06 de agosto o desfile. Atuais Soberanas, rainha Ruani Gambim e princesa Elen Rampazzo, passarão as faixas na mesma noite para as vencedoras do concurso.
O prefeito Ulisses Cecchin (PP), acredita que será um importante momento para Ibiaçá a realização da 10ª Expo juntamente com as comemorações dos 46 anos do município. “Temos apoiado permanentemente a Acisai e promoveremos mais um grande evento”, acredita Cecchin.
O jantar de lançamento é organizado pelo terceiro ano da Escola Estadual Adelaide Picolotto e os ingressos são vendidos a R$ 15,00 com os estudantes e na Secretaria de Educação da Prefeitura de Ibiaçá.
São João da Urtiga comemora o início da maior obra da história do município em recuperação de estradas
Os trabalhos de melhorias serão executados em mais de 100 quilômetros de estradas, além da construção de três pontes e 60 bueiros
“Nosso compromisso é não medir esforços, na busca incessante de soluções que ofereçam melhores condições de vida para toda nossa população”, assegurou o prefeito de São João da Urtiga, e presidente da Associação dos Municípios do Nordeste Riograndense (Amunor), Ederildo Paparico Bachi (PDT), na quinta-feira (14), quando os urtiguenses comemoram com fogos a chegada das máquinas e da equipe de profissionais que se instalaram na cidade, para, nesta segunda-feira (18) iniciarem os serviços de recuperação das estradas. A iniciativa beneficiará as comunidades de linha Urtiga, Nossa Senhora do Carmo e Santa Bárbara. A construção de 60 bueiros e três pontes fazem parte da obra, conforme convênio assinado no gabinete do prefeito, com a empresa Traçado Construções e Serviços Ltda, de Erechim, que venceu a licitação da tomada de preços. Paparico explicou ainda que “tornar realidade um projeto como esse merece comemoração. O caminhão que chegou, conforme anunciado anteriormente pelo ex-ministro Altemir Gregolin, não foi comprado com dinheiro emprestado. É recurso oriundo de fundo perdido. O município vai disponibilizar somente seis mil reais de contrapartida. Não devemos mais nada pra ninguém. Não deixaremos contas pendentes para outras gestões”.
Segundo informou o prefeito, o caminhão é traçado e trucado, o maior do município, o que “possibilitará um grande trabalho em parceria com a secretaria de obras municipal e, por ser tratar de um veículo de grande porte será necessário um curso de capacitação, para o operador manuseá-lo”. As pontes serão construídas da seguinte forma: uma ponte entre as comunidades de Santo Izidoro e Santa Bárbara, outra ligando as localidades de linha Seva com a linha Israel, nas proximidades de Gabriel Biesek, e, por fim, uma grande ponte que vai ligar Sananduva a São João da Urtiga, na localidade de Santa Gema com a localidade Picuia, perto da residência da família Bonês. Sobre os bueiros, Paparico explicou que serão construídos com tubos de 60 milímetros, com cabeceira de concreto, tanto para um lado quanto para outro. “A cabeçeira é muito importante, porque às vezes a chuva acaba levando embora, ou trancando os bueiros. Nossas ruas ainda não têm bueiros padrão, como os que serão construídos em São João da Urtiga”, evidenciou o chefe do executivo do município.
Início das obras
Os serviços de recuperação serão iniciados na linha Urtiga, e logo atrás vai ser passada a brita. Em seguida estarão fazendo a britagem da segunda estrada do município, que liga o Nini Scopel e vai até a localidade de linha Pompéia. “Pedimos a atenção dos moradores de Nossa Senhora da Paz, da comunidade Nossa Senhora da Saúde e linha Pompéia, para que tenham cuidado, pois a partir de agora as máquinas já estão nas estradas. O prefeito informou que após entendimentos com o secretário de Obras, Altair Miola, com o vice-prefeito, Odir Zanandrea e a administração municipal, havia sido decidido que a primeira estrada, por já ter bastante brita no local, seria do Nini Scopel até a Pompéia. Porém em razão da obra estar licitada a empresa fará os trabalhos primeiro na linha Urtiga que, conforme reunião do Conselho dos Agricultores, seria a segunda estrada onde a empresa executaria a obra. O presidente da Amunor disse, ainda, que cerca de 30 funcionários da empresa contrada estarão trabalhando nas estradas, nos bueiros e nas pontes. “Se o tempo cooperar, a conclusão das obras está prevista para daqui a 90 dias. Continuaremos sempre atentos às necessidades das nossas comunidades. Estaremos acompanhando de perto, o andamento dos serviços”, avisou Paparico .
“Nosso compromisso é não medir esforços, na busca incessante de soluções que ofereçam melhores condições de vida para toda nossa população”, assegurou o prefeito de São João da Urtiga, e presidente da Associação dos Municípios do Nordeste Riograndense (Amunor), Ederildo Paparico Bachi (PDT), na quinta-feira (14), quando os urtiguenses comemoram com fogos a chegada das máquinas e da equipe de profissionais que se instalaram na cidade, para, nesta segunda-feira (18) iniciarem os serviços de recuperação das estradas. A iniciativa beneficiará as comunidades de linha Urtiga, Nossa Senhora do Carmo e Santa Bárbara. A construção de 60 bueiros e três pontes fazem parte da obra, conforme convênio assinado no gabinete do prefeito, com a empresa Traçado Construções e Serviços Ltda, de Erechim, que venceu a licitação da tomada de preços. Paparico explicou ainda que “tornar realidade um projeto como esse merece comemoração. O caminhão que chegou, conforme anunciado anteriormente pelo ex-ministro Altemir Gregolin, não foi comprado com dinheiro emprestado. É recurso oriundo de fundo perdido. O município vai disponibilizar somente seis mil reais de contrapartida. Não devemos mais nada pra ninguém. Não deixaremos contas pendentes para outras gestões”.
Segundo informou o prefeito, o caminhão é traçado e trucado, o maior do município, o que “possibilitará um grande trabalho em parceria com a secretaria de obras municipal e, por ser tratar de um veículo de grande porte será necessário um curso de capacitação, para o operador manuseá-lo”. As pontes serão construídas da seguinte forma: uma ponte entre as comunidades de Santo Izidoro e Santa Bárbara, outra ligando as localidades de linha Seva com a linha Israel, nas proximidades de Gabriel Biesek, e, por fim, uma grande ponte que vai ligar Sananduva a São João da Urtiga, na localidade de Santa Gema com a localidade Picuia, perto da residência da família Bonês. Sobre os bueiros, Paparico explicou que serão construídos com tubos de 60 milímetros, com cabeceira de concreto, tanto para um lado quanto para outro. “A cabeçeira é muito importante, porque às vezes a chuva acaba levando embora, ou trancando os bueiros. Nossas ruas ainda não têm bueiros padrão, como os que serão construídos em São João da Urtiga”, evidenciou o chefe do executivo do município.
Início das obras
Os serviços de recuperação serão iniciados na linha Urtiga, e logo atrás vai ser passada a brita. Em seguida estarão fazendo a britagem da segunda estrada do município, que liga o Nini Scopel e vai até a localidade de linha Pompéia. “Pedimos a atenção dos moradores de Nossa Senhora da Paz, da comunidade Nossa Senhora da Saúde e linha Pompéia, para que tenham cuidado, pois a partir de agora as máquinas já estão nas estradas. O prefeito informou que após entendimentos com o secretário de Obras, Altair Miola, com o vice-prefeito, Odir Zanandrea e a administração municipal, havia sido decidido que a primeira estrada, por já ter bastante brita no local, seria do Nini Scopel até a Pompéia. Porém em razão da obra estar licitada a empresa fará os trabalhos primeiro na linha Urtiga que, conforme reunião do Conselho dos Agricultores, seria a segunda estrada onde a empresa executaria a obra. O presidente da Amunor disse, ainda, que cerca de 30 funcionários da empresa contrada estarão trabalhando nas estradas, nos bueiros e nas pontes. “Se o tempo cooperar, a conclusão das obras está prevista para daqui a 90 dias. Continuaremos sempre atentos às necessidades das nossas comunidades. Estaremos acompanhando de perto, o andamento dos serviços”, avisou Paparico .
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